Dor e o alívio sem remédio. Nova revisão do Instituto George para a Saúde Global (Austrália).

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Dor e o alívio sem remédio. Nova revisão do Instituto George para a Saúde Global (Austrália).

Nova revisão do Instituto George para a Saúde Global, na Austrália, revela que a maioria dos remédios não funciona a contento quando a dor é do tipo corriqueiro.

Excelente matéria publicada pela Abril/Guia Saúde, deste mês trás à tona um assunto que todo mortal irá passar ao menos em um momento da sua vida. A DOR. Na matéria, um levantamento inédito feito pela área de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Editora Abril em parceria com a empresa MindMiners, encomendado por SAÚDE, revela que da metade dos 700 participantes do estudo reclama de dores constantes nas costas ou na cabeça. E diante desta realidade que atingirá 100% das pessoas em algum momento da vida, hoje a maneira encontrada e utilizada para abreviar o sofrimento são os remédios – na pesquisa, 62% disseram engolir comprimidos antes de consultar o médico. Facilidade encontrada pelo fato de se ter acesso fácil a analgésicos e anti-inflamatórios sem receita em qualquer farmácia. No entanto o uso incorreto acarreta problemas graves e pode causar sérios danos em rins, fígado e coração, segundo a anestesiologista Alexandra Raffaini, da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor. A atenção para esse fato é emergencial segundo ele, já que de acordo com a consultoria IMS Health, quatro dos dez fármacos mais vendidos no Brasil são justamente para tratar a dor e por outro lado descobriu-se recentemente, após uma nova revisão do Instituto George para a Saúde Global, na Austrália, revela que a maioria dos remédios não funciona a contento quando a dor é do tipo corriqueiro. Os pesquisadores avaliaram dados de 6 mil voluntários incluídos em 35 trabalhos com o propósito de testar o poder dos anti-inflamatórios. A conclusão mostra que só um em cada seis sujeitos obtinha algum alívio. Fato que explica a tendência ao uso de novas abordagens terapêuticas como alternativas de tratamento já utilizada por muitos especialistas apresenta uma nova era em que a medicina está mais focada no estilo de vida equilibrado.

Atenta a essa tendência, uma equipe liderada pelo Centro Nacional de Saúde Complementar e Integrativa dos Estados Unidos (NCCIH, na sigla em inglês) investigou quais terapias alternativas (massagem, acupuntura, meditação, entre outras) apresentavam o maior impacto na redução das dores mais prevalentes: nas costas, na cabeça, no pescoço e nos joelhos. “Esses quadros são a razão mais comum de se buscarem novas formas de tratamento. Daí a importância de saber quais estratégias dão certo”, diz o epidemiologista Richard Nahin, principal autor do documento.

Claro que a ideia segundo os especialistas e estudiosos não é banir os medicamentos, mas a partir de agora, dentro de um programa integrado e com acompanhamento, os remédios têm hora e vez. “Eles servem para tirar o paciente da crise e permitir que ele exerça suas atividades, associado à inclusão de terapias alternativas. O tratamento integrativo como analisado pelo NCCIH, têm uma vocação para atuar no cérebro e em sua rede de nervos e reequilibrar o bem-estar mental. Assim, aplacam o estresse além da conta, um dos gatilhos e alimentos da dor crônica. “Mais do que isso, esses métodos alteram a fisiologia do sistema nervoso, a fabricação de hormônios e a frequência cardíaca, fatores que influenciam na intensidade dos desconfortos”, explica a especialista, diretora da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor. Ou seja, a análise e planejamento do tratamento ideal para cada tipo de situação será determinado e orientado pelo médico especialista. O que não tem sentido nenhum  é viver sofrendo, diante de uma arsenal de novas alternativas comprovadas. A Clínica Coluna Porto Alegre, do especialista Dr. Jorge Schreiner, adota esta nova abordagem há algum tempo e tem obtido resultados excelentes e amigos eternos. Cada história de sucesso revela o início de uma nova fase de qualidade de vida e sem dor aos pacientes, que tornam-se eternamente gratos.

A matéria detalha ainda o estudo realizado com diferentes problemas na região das costas, cabeça pescoço e joelho. Revela que oito em cada dez pessoas já sofreram ou sofrerão em algum momento davida com incômodos na região lombar. As origens do tormento são variadas: má postura, desgaste das vértebras, pancadas, hérnias de disco e até tumores podem ter como sintoma o aperto na porção inferior da coluna. E Entre os métodos integrativos avaliados em estudo do Centro Nacional de Saúde Complementar dos Estados Unidos (NCCIH), existem evidências concretas a favor da acupuntura e da ioga entre outras terapias.

Para acesso à matéria completa com os dados do estudo acesse: http://saude.abril.com.br/especiais/dor-alivio-sem-remedio/

 

 

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