Exoesqueleto procura melhorar a vida de pessoas com deficiência.

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Exoesqueleto procura melhorar a vida de pessoas com deficiência.

FM-USP e Poli-USP desenvolvem exoesqueleto com apoio do MCTI

Exoesqueleto procura melhorar a vida de pessoas com deficiência.
Objetivo é garantir que pacientes com lesão medular ou que sofreram AVC possam voltar a caminhar com mais firmeza e estabilidade durante sessões de reabilitação

Um exoesqueleto robótico desenvolvido por pesquisadores da Faculdade de Medicina (FM) e da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP) vem sendo testado no Instituto de Medicina Física e Reabilitação (Imrea) da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, em São Paulo. E o retorno dado pelo paciente tem ajudado médicos, fisioterapeutas e engenheiros envolvidos no projeto a fazer ajustes necessários no equipamento, a fim de torná-lo mais funcional. “Os exoesqueletos convencionais exigem que o usuário se sustente com os dois braços em um andador ou muletas. Isso leva o paciente a ter que fazer muita força para se equilibrar”, explica Linamara Rizzo Battistella, professora da FM-USP.

Antes de chegar ao mercado, o exoesqueleto precisa passar por mais testes. Para assegurar a estabilidade do paciente, os pesquisadores trabalham em um novo sistema, capaz de controlar a marcha daqueles que sofreram lesão medular ou acidente vascular cerebral (AVC). A partir da análise laboratorial da função do joelho e do tornozelo durante a caminhada, foi projetado um exoesqueleto em que é possível ajustar a altura de um motor elétrico acoplado ao aparelho e controlado por um software que define a intensidade dos movimentos. “A expectativa é de que os testes com o equipamento em funcionamento comecem até o final do ano”, diz Arturo Forner-Cordero, coordenador do Laboratório de Biomecatrônica da Poli-USP.

O exoesqueleto é um dos 75 projetos contemplados no edital lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em 2013, que disponibilizou R$ 13 milhões para apoiar iniciativas em tecnologia assistiva.

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